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Polícia ATAQUE

Esquadrão Antibombas da PM recolhe explosivo em cidade do Pará

Artefato foi encontrado após ataque a um estabelecimento comercial; polícia investiga possível ligação com extorsão praticada por criminosos.

17/07/2026 às 05h16
Por: Redação Fonte: Pedro Edvan/RBATV Paragominas
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O esquadrão antibombas da PM foi acionado para fazer a retirada segura do explosivo | Divulgação
O esquadrão antibombas da PM foi acionado para fazer a retirada segura do explosivo | Divulgação

O Esquadrão Contrabombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar (PM), realizou a retirada do artefato explosivo que não chegou a detonar durante um ataque registrado em frente a um estabelecimento comercial de Ulianópolis, no sudeste do Pará. A ação ocorreu após o isolamento da área, medida adotada para garantir a segurança de moradores e comerciantes até a chegada da equipe especializada.

O atentado foi registrado na madrugada desta quinta-feira (16), em que dois suspeitos instalaram dois explosivos em frente ao imóvel. Um deles detonou e provocou danos na fachada do estabelecimento. O segundo artefato permaneceu intacto, o que levou ao acionamento do Esquadrão Contrabombas da Polícia Militar.

Um policial da equipe, utilizando a roupa de proteção antibombas, equipamento específico para ocorrências envolvendo artefatos explosivos, realizou a retirada do material de forma segura. Na sequência, o explosivo foi transportado para um local apropriado, onde foram adotados os procedimentos técnicos previstos para esse tipo de ocorrência.

Durante toda a operação, o perímetro foi interditado para evitar riscos à população. Somente após a retirada do explosivo e a conclusão da varredura no local a área foi liberada pelas forças de segurança.

A Polícia Civil instaurou inquérito para identificar os responsáveis pelo ataque e esclarecer a motivação do crime. Uma das linhas de investigação aponta que a ação pode estar relacionada à cobrança da chamada "taxa do crime", prática de extorsão atribuída a grupos criminosos que exigem pagamentos de comerciantes sob ameaça de represálias.

Imagens de câmeras de segurança e outras provas recolhidas no local deverão auxiliar os investigadores na identificação dos envolvidos e no esclarecimento das circunstâncias do atentado.

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