
Nas cidades paraenses, a presença de árvores nas calçadas e nos quintais é parte essencial da paisagem urbana, além de proporcionar sombra em um clima predominantemente quente e úmido, como os das nossas cidades, elas contribuem para o conforto térmico, qualidade do ar e o bem-estar da população.
No entanto, quando não há planejamento adequado ou manutenção regular, a vegetação pode se tornar um risco. Galhos que crescem em direção à rede elétrica são uma das principais causas de interrupções no fornecimento de energia, especialmente durante o período chuvoso na região Norte.
Ações de segurança
A poda preventiva é uma medida essencial para evitar esses problemas. Durante chuvas intensas e ventos fortes, comuns no Pará, galhos podem encostar ou cair sobre a rede, provocando curtos-circuitos, desligamentos e acidentes.
De acordo com o executivo de Segurança da Equatorial Energia, Elton Lucena, o cuidado com a vegetação é um fator determinante para a segurança e estabilidade do sistema elétrico.
“A poda preventiva é essencial para manter a rede elétrica segura e evitar interrupções no fornecimento. Quando os galhos encostam na rede elétrica, principalmente em dias de chuva e vento, há risco de curto-circuito. Por isso, é importante que a população também esteja atenta ao plantio adequado de árvores nas áreas urbanas”, destaca Elton Lucena.
De quem é a responsabilidade pela poda?
A manutenção das árvores em áreas urbanas é uma responsabilidade compartilhada:
Em casos de proximidade com a rede elétrica, a orientação é clara: nunca realizar poda por conta própria. O serviço deve ser feito por equipes capacitadas, com segurança adequada.
Distância segura para plantar árvores
Antes de plantar, é fundamental observar o porte da espécie e o espaço disponível:
Espécies amazônicas indicadas para calçadas
No Pará, algumas espécies nativas ou bem adaptadas ao clima amazônico são mais indicadas para áreas urbanas com rede elétrica além de não quebrarem a calçada, têm porte controlado e menor risco de interferência:
Espécies como a quaresmeira, Resedá, pata de vaca, manacá da serra anão e pitangueira são excelentes opções, oferecendo beleza, sombra e segurança para a infraestrutura urbana, pois ajudam a manter a cidade arborizada sem comprometer a rede elétrica.
Árvores que devem ficar longe da rede
Espécies de grande porte, muito comuns na região amazônica, devem ser plantadas apenas em áreas amplas, como praças e terrenos maiores:
Mangueira, Castanheira-do-Pará, Samaúma, Figueira, Andiroba. Essas árvores podem atingir grandes alturas e copas extensas, aumentando o risco de contato com a rede elétrica.
Planejamento evita transtornos
Antes de plantar uma árvore na calçada, o ideal é avaliar o espaço, o tipo de rede elétrica e o crescimento da espécie escolhida. Um planejamento adequado reduz a necessidade de podas frequentes, evita acidentes e contribui para cidades mais organizadas e seguras.
Segundo Elton Lucena, atitudes simples fazem diferença no dia a dia da população.
“Quando a escolha da árvore é feita de forma consciente, todos ganham: a cidade fica mais verde, a rede elétrica funciona com mais segurança e reduzimos o risco de interrupções e acidentes”, reforça
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