
O prefeito Aurélio Goiano enfrenta uma difícil missão: fazer mais com menos. Mesmo com muitas obras em andamento e uma cidade que precisa ser reconstruída, Parauapebas registra uma queda acentuada na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), principal fonte de receita do município.
Os números mostram a dimensão do desafio. Em janeiro de 2024, a arrecadação foi de R$ 145,9 milhões. Em janeiro de 2025, caiu para R$ 77,5 milhões. Já em janeiro de 2026, o valor recuou ainda mais, fechando em R$ 57,8 milhões.
Em apenas dois anos do governo Aurélio Goiano, a queda supera 60%. O impacto é direto no caixa da prefeitura, pressionando investimentos, obras e a manutenção dos serviços públicos.
Com menos recursos disponíveis, mas muitas frentes de trabalho abertas na cidade, a gestão municipal é obrigada a priorizar gastos, buscar eficiência e manter o ritmo das obras em um cenário fiscal cada vez mais apertado.
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